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Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 – Somos todos BRAsil06/05/2016 10:02

Quando um atleta nos inspira? Alguns podem responder: quando conquista a medalha de ouro. Mas e quando após longas horas de treinamento, com privações de todo tipo, superando as dores causadas por lesões, enfrentando adversidades, o atleta obtém uma medalha de bronze? Ele tem menos valor?

Vamos relembrar o que aconteceu com Vanderlei Cordeiro de Lima, grande maratonista brasileiro. Nas Olimpíadas de Atenas de 2004, a seis quilômetros da linha de chegada, Vanderlei liderava a prova da maratona quando foi obstruído, caiu no chão, levantou-se, retornou à corrida, mas sem chance de conquistar a medalha de ouro.

Mesmo sabendo que perdera o degrau mais alto do pódio, ao entrar sorridente e de braços abertos no Estádio Panathinaikos, o público calorosamente aplaudiu Vanderlei, em reconhecimento ao verdadeiro espírito olímpico que um atleta pode ter: a satisfação por fazer parte de um evento como as Olimpíadas, com a consciência de que superar limites mediante uma situação adversa tem tanto valor quanto uma medalha de ouro.

Esse exemplo de superação faz parte da filosofia olímpica, a qual traz símbolos que representam este e outros valores, como amizade, respeito, excelência, igualdade, coragem, determinação e inspiração.

Essa ideia nos remete ao lema olímpico, representado pelas palavras latinas Citius, Altius e Fortius (mais rápido, mais alto e mais forte), atributos que um atleta deve apresentar para atingir seus objetivos.

Dentro da simbologia dos Jogos, os cinco anéis entrelaçados da bandeira olímpica representam os continentes e a união entre os povos.

A tocha olímpica, por sua vez, que tem a função de representar o início das Olimpíadas, convocando o mundo a celebrar a paz, simboliza o elo entre os Jogos da antiguidade e os da era moderna.

Em várias culturas do mundo antigo, o fogo simbolizava a divindade, a sabedoria e o conhecimento. No caso da Grécia, como os Jogos Olímpicos eram oferecidos aos deuses, acendia-se uma pira no templo da deusa Hera (deusa da família) que deveria ficar acessa até o término das Olimpíadas. Para garantir que o fogo fosse puro, essa chama era produzida a partir dos raios solares. Na mitologia, o sol era a representação do deus Apollo (deus da beleza e das artes) em sua carruagem dourada, por isso, usar o sol para acender a pira olímpica era dar a esta a credibilidade de um fogo divino.

 

Essa tradição é mantida até hoje. Assim, o fogo olímpico viaja da Grécia para o país que sediará os Jogos e, no caso do Brasil em 2016, ela passará por várias cidades de todos os estados da federação, ascendendo na população os valores olímpicos que esses Jogos representam.

Vivenciamos nesse momento, a condução da tocha olímpica pelo país: serão 95 dias de revezamento, 20 mil km a serem percorridos por 329 cidades, 12 mil condutores, sendo que 40 são alunos da Fundação Bradesco.  A tocha abre os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, cujos valores podem ser associados a habilidades sociais importantes para a vida em sociedade.  Baseado nisso, acreditamos que o espírito esportivo presente nos Jogos nos forneça um exemplo de transformação social e de desenvolvimento humano, que transcende o campo esportivo.

Entendemos que o maior legado que os Jogos Olímpicos podem nos deixar são o despertar da nossa consciência enquanto brasileiros para a importância do esporte na nossa vida e dinamizar ações em todas as esferas do conhecimento que contribuam para o bem estar físico e mental.

A realização dos Jogos no Brasil é mais que um incentivo ao esporte. É a possibilidade de em sala de aula estabelecer pontes entre o esporte e as diversas áreas do conhecimento de maneira a propiciar o desenvolvimento de competências associadas aos conteúdos interdisciplinares que permeiam os Jogos.

Esperamos que esse momento único que o país vivencia no esporte desperte valores positivos, a superação dos limites individuais, o fortalecimento do senso coletivo, a interação com o outro, motivados pelo compromisso e ideais da Fundação Bradesco de fazer do esporte, cultura e educação ferramentas para o exercício da cidadania.

Fundação Bradesco

Setor de Educação de Jovens e Adultos

Alunos do Ensino Médio agora contam com a ajuda do "Hora do ENEM”.07/04/2016 08:16

Estudantes terão acesso gratuito a espaço interativo de estudo com dicas, vídeos educativos, simulados on-line e um programa diário na TV Escola.

 

Os estudantes que estão se preparando para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), principal porta de acesso ao Ensino Superior no País, vão contar com um novo mecanismo para se preparar para as provas. Trata-se do projeto “Hora do Enem”, lançado, nesta terça-feira (5), em cerimônia no Palácio do Planalto.

 

Por meio do projeto, os alunos terão acesso gratuito ao hotsite "Hora do Enem", espaço interativo de estudo com dicas, vídeos educativos, simulados on-line e um programa diário na TV Escola. A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Educação, o Serviço Social da Indústria (SESI) e a TV Escola, canal público do MEC.

 

No dia 30 de abril será realizado o primeiro simulado on-line, disponível para todos os 2,2 milhões de estudantes do último ano do Ensino Médio das redes pública e particular. Estão previstos ainda outros três simulados, nos dias 25 de junho, 13 de agosto e 8 e 9 de outubro.

 

Os simulados seguirão o mesmo formato das questões do Enem. Com isso, as avaliações serão capazes de estimar uma nota no Enem, com o objetivo de preparar os estudantes para as provas.

 

Caso o estudante não tenha condições de realizar o simulado em computador próprio, o Ministério da Educação oferecerá acesso em universidades e institutos federais, instituições particulares e comunitárias e escolas Estaduais de Ensino Médio. Esses estudantes precisam fazer inscrição para os locais de prova de 11 a 15 de abril, por meio da plataforma Hora do Enem.

 

Saiba mais em Portal do Brasil:

http://www.brasil.gov.br/educacao/2016/04/alunos-do-ensino-medio-agora-contam-com-a-ajuda-do-hora-do-enem, publicado em 05/04/2016

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